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Críticas, resenhas, artigos e listas
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Crítica | O Diabo veste Prada 2 (2026) - nostalgia e liquidez
Uma análise de O Diabo Veste Prada 2 permite observar como a indústria de Hollywood operacionaliza a chamada nostalgização das narrativas. Este processo não é apenas uma repetição, mas uma estratégia estética e mercadológica que busca criar vínculos afetivos imediatos através da reciclagem de elementos do passado.


Crítica | Michael (2026) - entre a estetização performática e a rarefação dramática
Michael, cinebiografia de Michael Jackson dirigida por Antoine Fuqua, configura-se como o mais recente êxito de bilheteria no circuito exibidor internacional, fato pouco surpreendente em virtude da magnitude simbólica do nome biografado. Não obstante, a narrativa fílmica restringe-se aos primeiros trinta anos de vida do músico; e, embora tal recorte temporal sugerisse uma abordagem mais detida e minuciosa desse período inaugural, o que se observa é precisamente o oposto.


Crítica | O Drama (2026) - entre o segredo e o julgamento: moralidade, passado e ego
Crítica | O Drama (2026) que se inicia como um romance de aparência simples, converte-se gradativamente em uma densa e intrincada rede de pensamentos que se encadeiam uns aos outros, segundo uma lógica de causa e efeito, acumulando-se até sufocar o casal protagonista.


Crítica | Super Mario Galaxy: o Filme (2026)
Crítica | Super Mario Galaxy: o Filme (2026) exemplifica um fenômeno recorrente em blockbusters contemporâneos: a discrepância entre a recepção do público e a avaliação crítica. Enquanto o público demonstrou elevada adesão, impulsionando o desempenho de bilheteria por meio da divulgação orgânica, a crítica especializada apontou que o filme se estrutura predominantemente como uma vitrine de personagens, itens e locações do universo de Super Mario, em detrimento de um desenvolv


Crítica | Manas (2024)
Crítica | Manas (2024) segue a jornada de Marcielle, nome que é a junção de Marcílio e Danielle, seus pais e serve também como carma da personagem vivida por Jamilli Correa, já que a dor que a acompanha é fruto da inércia da mãe e da crueldade travestida de virtude do pai.


Crítica | O Colosso de Rodes (1961)
Crítica | O Colosso de Rodes (1961) é uma adaptação livre que aborda o evento geológico que destruiu a colossal Estátua do deus Hélio, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, obra essa mais conhecida pelo nome que dá título ao filme.


Crítica | Nuremberg (2026)
Crítica | Nuremberg (2026) surge com a proposta principal de abordar a relação entre Hermann Göring, marechal do Reich Alemão, e Douglas Kelley, psiquiatra responsável por avaliar líderes nazistas e que fica obcecado em compreender os motivos do Nacional Socialismo através de Göring. Dessa forma, já em sua premissa, Nuremberg situa-se em uma zona pouco explorada da política global dos anos 40.


Crítica | Devoradores de Estrelas (2026)
Devoradores de Estrelas, ficção científica estrelada por Ryan Gosling, acompanha um professor de ciências e biólogo, Ryland Grace, que se torna responsável por uma missão espacial destinada a salvar a Terra, ameaçada por uma misteriosa ocorrência de origem cósmica. No entanto, para que a missão se concretize, Grace precisa aceitar a própria morte.


Crítica | O Príncipe das Sombras (1987)
Crítica | O Príncipe das Sombras (1987) , que narra a história de um Padre - apenas chamado dessa forma - interpretado por Donald Pleasence, que descobre com a morte do antigo protetor dos segredos da Ordem dos Guardiões dos Sonhos


Crítica | Nostalgia (1983)
Crítica | Nostalgia (1983) é um dos mais complexos trabalhos de Tarkovsky, é também o retrato mais íntimo do diretor e o confronto definitivo entre Andrei e Tarkovsky, entre o homem e o artista e as aspirações de ambos que se veem em choque diante da sufocante burocracia estatal. Nostalgia é o filme que marca definitivamente a ruptura entre Tarkovsky e o Revisionismo Soviético e inicia uma jornada de exílio auto-proposto, em nome de salvar sua arte de burocratas que não a com


Crítica | A Dama da Lotação (1978)
Crítica | A Dama da Lotação (1978) é um filme que poderia entregar mais, narrativamente falando, ainda mais considerando o material de Nelson – onde a complexidade psicológica da protagonista é substituido pelo simples choque do sexo e as relações extraconjugais nuanceadas são limitadas a cenas esparsas e de peso reduzido dentro da lógica narrativa, com exceção dos personagens próximos ao esposo Carlinhos- além obviamente do histórico complexo e subversivo da cinematografia d


Crítica | Cara de um, Focinho do Outro (2026)
A obra alcança um equilíbrio raro entre o lúdico e o dramático. Ao evitar a exposição excessivamente literal de suas mensagens, opta por uma construção que privilegia as entrelinhas, confiando na experiência do espectador como espaço de significação. Nesse sentido, aproxima-se de um modelo mais elevado de animação, no qual a aprendizagem emerge da vivência da personagem, e não de enunciados pedagógicos diretos.


Crítica | Missão Refúgio (2026)
Missão Refúgio, dirigido por Ric Roman Waugh e estrelado por Jason Statham, apresenta-se como mais um exemplar recente do cinema de ação industrial, estruturado a partir de uma premissa funcional e orientado prioritariamente pela eficácia de suas sequências.


Crítica | A Noiva (2026)
A Noiva, dirigido por Maggie Gyllenhaal, parte de uma premissa promissora: revisitar o mito criado por Mary Shelley e ambientá-lo na Chicago dos anos 1930. Na trama, o monstro de Frankenstein – que se autonomeia também Frankenstein – pede à Dra. Euphronius que crie uma companheira. Ao reanimar uma jovem recentemente morta, surge a Noiva, encaminhando a narrativa para um romance violento, caótico e potencialmente subversivo. Na prática, porém, o filme raramente sustenta essa p


Crítica | Hollywood Handicap (1938)
Crítica | Hollywood Handicap (1938) foi dirigido por Buster Keaton e lançado em 1938, juntamente com Streamlined Swing e Life in Sometown U.S.A., como parte do fim de seu contrato com a MGM, para a confecção de curta-metragens exibidos em programas duplos de baixo orçamento. Esse ao menos, é um filme que carrega algum traço criativo de Buster, apesar de representar seu sepultamento criativo e midiático de inúmeras maneiras.


Crítica | Pânico 7 (2026)
Pânico 7 retoma a estrutura clássica da franquia: um assassino assume o manto de Ghostface e passa a aterrorizar a protagonista mais clássica da série e as pessoas ligadas a ela. Desta vez, o cenário é a cidade onde Sidney Prescott tentou reconstruir a própria vida. A aparente estabilidade de sua vida se rompe quando sua filha se torna o novo alvo do assassino, trazendo de volta todos os fantasmas que acompanham a protagonista desde o primeiro filme.


Crítica | Destruição Final 2 (2026)
Passados cinco anos após os eventos que devastaram grande parte do planeta Terra narrados em Destruição Final: O Último Refúgio, a sequência dirigida por Ric Roman Waugh surge como promessa de levar a aniquilação global a um patamar ainda mais extremo – ao menos é essa a impressão construída pelo marketing.


Crítica | Marty Supreme (2025) - muito além do esporte
Marty Supreme (2025) é o mais novo trabalho da ainda curta, porém bastante interessante filmografia de Josh Safdie e chega aos cinemas cercado de grande expectativa. Tal expectativa se deve, em grande parte, aos comentários e avaliações da crítica acerca da atuação de seu protagonista, Timothée Chalamet, bem como ao reconhecimento do filme como um todo, evidenciado pelo alto número de indicações ao Oscar e pelas premiações nas quais, ao longo da temporada, saiu vencedor ou ao


Crítica | O Morro dos Ventos Uivantes (2026)
Adaptado da atemporal obra de Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes transporta para a tela a primeira parte da história de Heathcliff e Cathy sob a ótica da cineasta Emerald Fennell, conhecida por Saltburn e Bela Vingança.


Crítica | O Primata (2025)
O Primata (2025) é o mais novo filme do cineasta britânico Johannes Roberts, conhecido por uma filmografia significativa dentro do cinema de terror. Marcado por narrativas que privilegiam o claustrofóbico e por acontecimentos rápidos concentrados em situações únicas, o diretor costuma entregar filmes de nicho, com poucas pretensões autorais e sem grande preocupação com a verossimilhança característica, infelizmente, bastante recorrente no gênero.
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