top of page

Críticas, resenhas, artigos e listas
Buscar


Crítica | Manas (2024)
Crítica | Manas (2024) segue a jornada de Marcielle, nome que é a junção de Marcílio e Danielle, seus pais e serve também como carma da personagem vivida por Jamilli Correa, já que a dor que a acompanha é fruto da inércia da mãe e da crueldade travestida de virtude do pai.


Crítica | O Colosso de Rodes (1961)
Crítica | O Colosso de Rodes (1961) é uma adaptação livre que aborda o evento geológico que destruiu a colossal Estátua do deus Hélio, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, obra essa mais conhecida pelo nome que dá título ao filme.


Crítica | Nuremberg (2026)
Crítica | Nuremberg (2026) surge com a proposta principal de abordar a relação entre Hermann Göring, marechal do Reich Alemão, e Douglas Kelley, psiquiatra responsável por avaliar líderes nazistas e que fica obcecado em compreender os motivos do Nacional Socialismo através de Göring. Dessa forma, já em sua premissa, Nuremberg situa-se em uma zona pouco explorada da política global dos anos 40.


Crítica | O Príncipe das Sombras (1987)
Crítica | O Príncipe das Sombras (1987) , que narra a história de um Padre - apenas chamado dessa forma - interpretado por Donald Pleasence, que descobre com a morte do antigo protetor dos segredos da Ordem dos Guardiões dos Sonhos


Crítica | Nostalgia (1983)
Crítica | Nostalgia (1983) é um dos mais complexos trabalhos de Tarkovsky, é também o retrato mais íntimo do diretor e o confronto definitivo entre Andrei e Tarkovsky, entre o homem e o artista e as aspirações de ambos que se veem em choque diante da sufocante burocracia estatal. Nostalgia é o filme que marca definitivamente a ruptura entre Tarkovsky e o Revisionismo Soviético e inicia uma jornada de exílio auto-proposto, em nome de salvar sua arte de burocratas que não a com


Crítica | A Dama da Lotação (1978)
Crítica | A Dama da Lotação (1978) é um filme que poderia entregar mais, narrativamente falando, ainda mais considerando o material de Nelson – onde a complexidade psicológica da protagonista é substituido pelo simples choque do sexo e as relações extraconjugais nuanceadas são limitadas a cenas esparsas e de peso reduzido dentro da lógica narrativa, com exceção dos personagens próximos ao esposo Carlinhos- além obviamente do histórico complexo e subversivo da cinematografia d


Crítica | Cara de um, Focinho do Outro (2026)
A obra alcança um equilíbrio raro entre o lúdico e o dramático. Ao evitar a exposição excessivamente literal de suas mensagens, opta por uma construção que privilegia as entrelinhas, confiando na experiência do espectador como espaço de significação. Nesse sentido, aproxima-se de um modelo mais elevado de animação, no qual a aprendizagem emerge da vivência da personagem, e não de enunciados pedagógicos diretos.


Crítica | Missão Refúgio (2026)
Missão Refúgio, dirigido por Ric Roman Waugh e estrelado por Jason Statham, apresenta-se como mais um exemplar recente do cinema de ação industrial, estruturado a partir de uma premissa funcional e orientado prioritariamente pela eficácia de suas sequências.


Crítica | A Noiva (2026)
A Noiva, dirigido por Maggie Gyllenhaal, parte de uma premissa promissora: revisitar o mito criado por Mary Shelley e ambientá-lo na Chicago dos anos 1930. Na trama, o monstro de Frankenstein – que se autonomeia também Frankenstein – pede à Dra. Euphronius que crie uma companheira. Ao reanimar uma jovem recentemente morta, surge a Noiva, encaminhando a narrativa para um romance violento, caótico e potencialmente subversivo. Na prática, porém, o filme raramente sustenta essa p


Crítica | Hollywood Handicap (1938)
Crítica | Hollywood Handicap (1938) foi dirigido por Buster Keaton e lançado em 1938, juntamente com Streamlined Swing e Life in Sometown U.S.A., como parte do fim de seu contrato com a MGM, para a confecção de curta-metragens exibidos em programas duplos de baixo orçamento. Esse ao menos, é um filme que carrega algum traço criativo de Buster, apesar de representar seu sepultamento criativo e midiático de inúmeras maneiras.


Crítica | Pânico 7 (2026)
Pânico 7 retoma a estrutura clássica da franquia: um assassino assume o manto de Ghostface e passa a aterrorizar a protagonista mais clássica da série e as pessoas ligadas a ela. Desta vez, o cenário é a cidade onde Sidney Prescott tentou reconstruir a própria vida. A aparente estabilidade de sua vida se rompe quando sua filha se torna o novo alvo do assassino, trazendo de volta todos os fantasmas que acompanham a protagonista desde o primeiro filme.


Crítica | Destruição Final 2 (2026)
Passados cinco anos após os eventos que devastaram grande parte do planeta Terra narrados em Destruição Final: O Último Refúgio, a sequência dirigida por Ric Roman Waugh surge como promessa de levar a aniquilação global a um patamar ainda mais extremo – ao menos é essa a impressão construída pelo marketing.


Crítica | Marty Supreme (2025)
Marty Supreme (2025) é o mais novo trabalho da ainda curta, porém bastante interessante filmografia de Josh Safdie e chega aos cinemas cercado de grande expectativa. Tal expectativa se deve, em grande parte, aos comentários e avaliações da crítica acerca da atuação de seu protagonista, Timothée Chalamet, bem como ao reconhecimento do filme como um todo, evidenciado pelo alto número de indicações ao Oscar e pelas premiações nas quais, ao longo da temporada, saiu vencedor ou ao


Crítica | O Morro dos Ventos Uivantes (2026)
Adaptado da atemporal obra de Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes transporta para a tela a primeira parte da história de Heathcliff e Cathy sob a ótica da cineasta Emerald Fennell, conhecida por Saltburn e Bela Vingança.


Crítica | O Primata (2025)
O Primata (2025) é o mais novo filme do cineasta britânico Johannes Roberts, conhecido por uma filmografia significativa dentro do cinema de terror. Marcado por narrativas que privilegiam o claustrofóbico e por acontecimentos rápidos concentrados em situações únicas, o diretor costuma entregar filmes de nicho, com poucas pretensões autorais e sem grande preocupação com a verossimilhança característica, infelizmente, bastante recorrente no gênero.


Crítica | Hamnet: a Vida antes de Hamlet (2025)
A obra cinematográfica adapta o romance homônimo de Maggie O’Farrell, publicado em 2020, e é dirigida por Chloé Zhao realizadora de Nomadland cuja assinatura autoral se manifesta sobretudo na condução intimista e delicada da narrativa.


Crítica | A Empregada (2025)
Para a adaptação cinematográfica do êxito literário homônimo de Freida McFadden, Paul Feig foi o diretor escolhido decisão que encontra respaldo em sua trajetória à frente de narrativas centradas em perspectivas femininas. A Empregada (2025), afinal, estrutura-se precisamente sobre esse eixo, ao explorar dinâmicas de poder e vulnerabilidade no interior do espaço doméstico.


Crítica | Avatar: Fogo e Cinzas (2025)
Avatar: Fogo e Cinzas (2025) concentra-se na família Sully diante de uma nova e inquietante ameaça: o violento Povo das Cinzas, uma tribo Na’vi beligerante liderada por Varang, cuja ambição por poder desencadeia não apenas um embate externo, mas também um profundo conflito moral e interno entre os próprios Na’vi.


Crítica | Anaconda (2025)
É instigante observar como determinados filmes optam por confrontar o próprio passado como estratégia de desenvolvimento narrativo e legitimação de suas histórias. Anaconda (2025) surge, nesse contexto, como um exemplo eloquente de como a inventividade pode revitalizar uma franquia aparentemente esgotada.


Crítica | A Mais Bela (1944)
Crítica | A Mais Bela (1944) é certamente um intruso na filmografia de Akira Kurosawa. Não só por ser o pior filme feito pelo cineasta - ou ao menos dos que o Ocidente teve acesso, pois há outras duas obras desse cunho, uma perdida, outra recolhida pela ocupação estadunidense - como também por de fato, não ser um filme do diretor e sim, do Ministério da Guerra do Império Japonês, que financiou, vigiou e manteve o controle artístico sobre a obra
bottom of page