top of page

Críticas, resenhas, artigos e listas
Buscar


Crítica | Marty Supreme (2025)
Marty Supreme (2025) é o mais novo trabalho da ainda curta, porém bastante interessante filmografia de Josh Safdie e chega aos cinemas cercado de grande expectativa. Tal expectativa se deve, em grande parte, aos comentários e avaliações da crítica acerca da atuação de seu protagonista, Timothée Chalamet, bem como ao reconhecimento do filme como um todo, evidenciado pelo alto número de indicações ao Oscar e pelas premiações nas quais, ao longo da temporada, saiu vencedor ou ao


Crítica | O Primata (2025)
O Primata (2025) é o mais novo filme do cineasta britânico Johannes Roberts, conhecido por uma filmografia significativa dentro do cinema de terror. Marcado por narrativas que privilegiam o claustrofóbico e por acontecimentos rápidos concentrados em situações únicas, o diretor costuma entregar filmes de nicho, com poucas pretensões autorais e sem grande preocupação com a verossimilhança característica, infelizmente, bastante recorrente no gênero.


Crítica | Hamnet: a Vida antes de Hamlet (2025)
A obra cinematográfica adapta o romance homônimo de Maggie O’Farrell, publicado em 2020, e é dirigida por Chloé Zhao realizadora de Nomadland cuja assinatura autoral se manifesta sobretudo na condução intimista e delicada da narrativa.


Crítica | A Empregada (2025)
Para a adaptação cinematográfica do êxito literário homônimo de Freida McFadden, Paul Feig foi o diretor escolhido decisão que encontra respaldo em sua trajetória à frente de narrativas centradas em perspectivas femininas. A Empregada (2025), afinal, estrutura-se precisamente sobre esse eixo, ao explorar dinâmicas de poder e vulnerabilidade no interior do espaço doméstico.


Crítica | Avatar: Fogo e Cinzas (2025)
Avatar: Fogo e Cinzas (2025) concentra-se na família Sully diante de uma nova e inquietante ameaça: o violento Povo das Cinzas, uma tribo Na’vi beligerante liderada por Varang, cuja ambição por poder desencadeia não apenas um embate externo, mas também um profundo conflito moral e interno entre os próprios Na’vi.


Crítica | Anaconda (2025)
É instigante observar como determinados filmes optam por confrontar o próprio passado como estratégia de desenvolvimento narrativo e legitimação de suas histórias. Anaconda (2025) surge, nesse contexto, como um exemplo eloquente de como a inventividade pode revitalizar uma franquia aparentemente esgotada.


Qual é a linguagem do cinema (a linguagem cinematográfica)?
Qual é a linguagem do cinema e como ele se comunica com o espectador? Através da imagem e do som. Quando o cineasta opta por um enquadramento fechado em vez de aberto, quando decide o que mostrar e o que omitir, quando valoriza a iluminação ou destaca elementos específicos, quando escolhe o silêncio em vez da fala ou da música, quando utiliza planos-detalhe ou movimenta a câmera ao invés de cortes secos, quando conecta elementos aparentemente desconexos por meio da montagem e


Zootopia 2 (2025)
Judy Hopps e Nick Wilde retornam em Zootopia 2 (2025) para novas aventuras na cidade, enfrentando mistérios e explorando amizade, diferenças e temas profundos da animação Disney.


Five Nights at Freddy’s 2 (2025)
FNAF2 surge nessa tentativa de consolidar uma nova franquia relevante no terror. O filme continua a narrativa do primeiro longa e adiciona mais elementos espirituais para tentar aprofundar o universo, além de levar os vilões para a cidade – uma fórmula de sequência que raramente funcionou bem no cinema. Isso resulta em um filme desnecessariamente confuso, embora não desagradável, mantendo o nível do capítulo anterior.


O Sobrevivente (2025)
Em O Sobrevivente, acompanhamos Ben Richards, um homem empurrado aos limites pela precariedade de um sistema onipotente que transforma o desespero em entretenimento. Em uma América de 2025 em colapso econômico e turbulência social, Richards enxerga no sanguinário game show O Sobrevivente sua única chance de salvar a filha doente. A proposta é simples e brutal: sobreviver por trinta dias enquanto assassinos profissionais.


Wicked Parte 2 (2025)
Em última análise, Wicked Parte 2 se mostra superior ao primeiro filme em termos de narrativa e coerência, mesmo que menos impactante. Ao abandonar a subversão forçada em favor de uma abordagem mais clássica e nostálgica, o filme cumpre seu papel como prequel de um clássico da fantasia, oferecendo uma experiência mais simples, porém funcional, que valoriza a essência do gênero.


O Agente Secreto (2025)
O Agente Secreto parece sintetizar a trajetória de Mendonça Filho até o momento. Ambientado em Recife, no ano de 1977, o longa narra a história de Armando, um ex-professor universitário que retorna à cidade natal para reencontrar o filho e planejar sua saída do país. A partir dessa premissa, o filme articula elementos centrais do período da Ditadura Militar no Brasil, incluindo a repressão política, a vigilância constante e o esquecimento histórico, enquanto se debruça sobre


Predador: Terras Selvagens (2025)
Em Predador: Terras Selvagens, acompanhamos um jovem yautja, rejeitado por seu clã, em busca de redenção nas selvas de um planeta distante. Em meio à solidão e à caçada, ele encontra na androide Thia (Elle Fanning) uma improvável aliada em busca de seu objetivo.


Mauricio de Sousa: O Filme (2025)
Lançado em outubro de 2025, mês em que Mauricio de Sousa completa noventa anos,
Mauricio de Sousa: O Filme, dirigido e roteirizado por Pedro Vasconcelos, propõe-se a revisitar a trajetória de um dos maiores ícones da cultura popular brasileira.


Bom Menino (2025)
A perspectiva canina como experiência sensorial Bom Menino propõe-se a revisitar o gênero de terror a partir de uma perspectiva incomum: a de um cão. A narrativa acompanha Todd e seu fiel cachorro Indy enquanto se mudam para a casa de campo da família, herdada do avô falecido. O local, envolto em rumores de assombrações e forças malignas, torna-se o palco de eventos sobrenaturais que só podem ser percebidos através da sensibilidade animal. À medida que Todd sucumbe às influ


Tron: Ares (2025)
Desde sua origem em 1982, Tron consolidou-se como uma franquia visionária ao antecipar questões da era digital. Em Tron: Ares, terceiro capítulo da série, o universo conceitual da saga é expandido com a introdução de uma nova entidade: Ares (vivido por Jared Leto), um programa de inteligência artificial capaz de atravessar a fronteira entre o mundo virtual e o real.


Perrengue Fashion (2025)
Perrengue Fashion parte de uma premissa simples e contemporânea: o embate entre uma influenciadora digital voltada ao consumo e um jovem militante ambiental. Nesse encontro de mundos, o filme propõe discutir temas urgentes como sustentabilidade, superficialidade das redes sociais e as fissuras geracionais.


Uma Batalha após a Outra
A despeito dessas contradições, se o filme for compreendido não como uma obra engajada, mas como um blockbuster hollywoodiano com elementos políticos pontuais, ele se revela uma experiência cinematográfica altamente eficaz.


Malês (2024)
Baseado em fatos históricos, Malês retrata a Revolta dos Malês, considerada a maior insurreição de escravizados já ocorrida no Brasil. O levante, ocorrido em Salvador (Bahia), no
ano de 1835, foi protagonizado por africanos muçulmanos — em sua maioria iorubás — que
articularam uma ação coordenada contra o sistema escravocrata vigente.


Demon Slayer: Castelo Infinito (2025)
Demon Slayer: Castelo Infinito (2025) é a continuação direta da aclamada série Demon Slayer, retomando a história exatamente de onde a temporada anterior parou. O filme, com quase três horas de duração, impressiona não só pelo tempo de tela raro em animações do gênero, mas também pela profundidade com que desenvolve seus temas.
bottom of page