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Críticas, resenhas, artigos e listas
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Crítica | O Retorno (2024)
O Retorno se concentra menos nas aventuras e mais nas consequências. Ulisses não é mais o herói invencível que partiu para a Guerra de Troia; ele retorna a Ítaca como um homem quebrado – fisicamente, emocionalmente e espiritualmente. Ao reencontrar sua ilha, descobre um lar em ruínas: o palácio foi tomado por pretendentes violentos, sua esposa Penélope (Juliette Binoche) vive sob constante ameaça, e seu filho Telêmaco (Charlie Plummer) luta para se manter vivo em meio a intri


Crítica | Faça Ela Voltar (2025)
Crítica | Faça Ela Voltar (2025) se alinha a uma tendência recente do cinema de terror contemporâneo. Menos interessado em construir mitologias coesas ou oferecer explicações verossímeis, o filme aposta em uma experiência sensorial que se sustenta na ambiguidade e no desconforto. O terror aqui não é apenas narrativo; ele é atmosférico, corporal, quase tátil.


Crítica | Juntos (2025)
Crítica | Juntos (2025) dialoga com uma tradição do horror corporal que remete a Cronenberg, ainda que com um verniz mais pop e acessível. A corrupção física que acomete os personagens não se dá gratuitamente; ela materializa a dissolução identitária que acompanha relações em que a individualidade é sacrificada em nome de uma suposta união plena.


Crítica | Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (2025)
Crítica | Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (2025) representa não apenas a introdução dos icônicos heróis ao Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), mas também um respiro necessário em meio à saturação do próprio universo ao qual agora pertencem.


Crítica | Amores Materialistas (2025)
Crítica | Amores Materialistas (2025) é um filme que se anuncia como comédia romântica, mas esquece de entregar tanto a comédia quanto o romance.


Crítica | Repulsa ao Sexo (1965)
Crítica | Repulsa ao Sexo (1965) é o primeiro longa do cineasta Roman Polanski falado em inglês. E é também a junção de sua direção visceral com o talento pulsante da atriz francesa Catherine Deneuve em seu auge físico e artístico que no mesmo período, em 1967, estrelara o icônico A Bela da Tarde do Mestre surrealista Luís Buñuel.


Crítica | Superman (2025)
Chega aos cinemas Superman (2025), primeiro longa-metragem do novo universo. E que auspicioso recomeço. Contrariando a tendência recente do gênero de super-heróis, que tem priorizado abordagens realistas, Gunn abraça uma estética abertamente estilizada, investindo em cores vibrantes, trajes icônicos e penteados que remetem diretamente às representações clássicas dos quadrinhos. O resultado é uma obra que flerta conscientemente com o estilo camp, sem receio de parecer caricatu


Crítica | Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2025)
Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2025) ressurge, ainda que de forma tímida e pouco ousada, tentando captar a atenção de um público dividido entre a nostalgia e a demanda por inovação.


Crítica | Jurassic World: Recomeço (2025)
Crítica | Jurassic World: Recomeço (2025) A franquia Jurassic Park tenta, mais uma vez, retornar às suas origens, buscando resgatar o encanto e o drama que tornaram o primeiro filme um marco do cinema nos anos 90. O roteiro de David Koepp é um dos fatores que pesam a favor deste novo capítulo. No entanto, o filme, embora superior aos dois lançamentos anteriores da franquia, não consegue evitar os tropeços e os erros que têm marcado as produções mais recentes da série.


Crítica | F1 (2025)
Crítica | F1 (2025) não é apenas sobre corridas; é uma reflexão sobre a superação, a luta contra o tempo e os desafios de se manter relevante em um mundo que sempre olha para a próxima geração. Brad Pitt brilha como o veterano que busca um último suspiro de glória, enquanto o filme explora as tensões entre ele e a nova geração.


Crítica | Madadayo (1993)
Crítica | Madadayo (1993) dialoga com períodos nebulosos da história do Japão, como o período da Guerra, onde o professor, vê-se como vítima direta ao ter sua casa bombardeada. Forçado a viver em um cubículo com sua esposa, interpretada pela grande Kyoko Kagawa, ele recebe dos seus alunos, não só o subsídio material que lhe permite enfrentar a tempestade, mas também a força necessária para se reerguer.


Crítica | Elio (2025)
Crítica | Elio (2025), o mais novo filme da Pixar, conta a história de um garoto solitário de 11 anos, Elio, que vive em uma instalação militar junto com a sua tia que trabalha em projetos relacionados à exploração espacial. Certo dia, por acidente, ele é transportado para um conselho intergaláctico formado por seres de todo o cosmos uma espécie de assembleia de civilizações alienígenas.


Crítica | Lilo & Stitch (2025)
Crítica | Lilo & Stitch (2025), refilmagem em live-action do clássico animado da Disney de 2002, é mais uma engrenagem na máquina de reciclagem de memórias afetivas que domina o cinema comercial atual. Embalada pela aparência do afeto, a produção não se compromete com nada além da reprodução exata de um enredo já conhecido, com os mesmos diálogos, os mesmos conflitos e as mesmas soluções agora apenas recobertos por uma camada de realismo digital.


Crítica | Como Treinar o seu Dragão (2025)
Como Treinar o seu Dragão é um filme em live-action adaptado do filme em animação homônimo, marco da Dreamworks, que levou ao estrelato um dos seus criadores, Dean DeBlois, que retorna na direção do remake. Sem qualquer preocupação de apresentar qualquer nova perspectiva, o filme copia praticamente plano a plano o seu material base.


Crítica | Bailarina (2025)
Bailarina é a mais recente adição ao universo cinematográfico de ação e ficção neo-noir consagrado pela franquia John Wick, constituindo-se como o quinto longa-metragem da série. Nesta nova incursão, a saga experimenta uma reinvenção ao afastar-se, ainda que parcialmente, de seu protagonista icônico, introduzindo uma figura central inédita em um spin-off que, mesmo autônomo, permanece intrinsecamente ligado ao arco narrativo do personagem interpretado por Keanu Reeves.


Crítica | Missão Impossível: o Acerto Final (2025)
Missão: Impossível Acerto Final entrega um desfecho digno e coerente para a saga de Ethan Hunt. O filme oferece uma combinação equilibrada entre espetáculo e emoção, reafirmando o carisma de Tom Cruise e a relevância de seu personagem no imaginário do cinema de ação. Resta saber se este será, de fato, o último ato ou apenas mais uma pausa em uma missão que, até agora, nunca pareceu realmente impossível.


Crítica | Premonição 6: Laços de Sangue (2025)
Premonição 6 representa uma tentativa relevante de reinvenção dentro de uma franquia marcada pela repetição estrutural. Apesar de tropeços pontuais na verossimilhança e na condução do enredo, trata-se de uma das entradas mais ambiciosas e conceitualmente interessantes da série. Como tal, merece atenção tanto do público quanto da crítica, especialmente no contexto atual em que o esgotamento das fórmulas tradicionais parece exigir, cada vez mais, ousadia criativa.


Crítica | Homem com H (2025)
Homem com H é uma obra relevante dentro do panorama atual do cinema nacional, revelando uma indústria em constante expansão estética e temática. Embora apresente algumas falhas como a diluição de certas passagens históricas e o prolongamento desnecessário de cenas mais sensoriais em detrimento do desenvolvimento narrativo , o filme é um retrato potente de uma figura artística que desafiou normas, expectativas e estruturas.


Crítica | Thunderbolts* (2025)
Crítica | Thunderbolts* (2025) aposta em uma estética deliberadamente desaturada e melancólica. A direção opta por uma paleta monocromática e um ritmo mais contido, que reforçam o caráter introspectivo das personagens. Em contraste com o tom cômico e verborrágico que se tornou quase uma marca registrada do estúdio, este filme adota uma abordagem mais contida, o que confere coerência dramática à sua proposta.


Crítica | Anticristo (2009)
Crítica | Anticristo (2009) explora as fases do luto e a relação do patriarcado com a misoginia em um filme repleto de alegorias religiosas e subversão dos valores e símbolos que conferem sacralidade á Mitologia Cristã.
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