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Críticas, resenhas, artigos e listas
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Crítica | Avatar: Fogo e Cinzas (2025)
Avatar: Fogo e Cinzas (2025) concentra-se na família Sully diante de uma nova e inquietante ameaça: o violento Povo das Cinzas, uma tribo Na’vi beligerante liderada por Varang, cuja ambição por poder desencadeia não apenas um embate externo, mas também um profundo conflito moral e interno entre os próprios Na’vi.


Crítica | Anaconda (2025)
É instigante observar como determinados filmes optam por confrontar o próprio passado como estratégia de desenvolvimento narrativo e legitimação de suas histórias. Anaconda (2025) surge, nesse contexto, como um exemplo eloquente de como a inventividade pode revitalizar uma franquia aparentemente esgotada.


Qual é a linguagem do cinema (a linguagem cinematográfica)?
Qual é a linguagem do cinema e como ele se comunica com o espectador? Através da imagem e do som. Quando o cineasta opta por um enquadramento fechado em vez de aberto, quando decide o que mostrar e o que omitir, quando valoriza a iluminação ou destaca elementos específicos, quando escolhe o silêncio em vez da fala ou da música, quando utiliza planos-detalhe ou movimenta a câmera ao invés de cortes secos, quando conecta elementos aparentemente desconexos por meio da montagem e


Crítica | A Mais Bela (1944)
Crítica | A Mais Bela (1944) é certamente um intruso na filmografia de Akira Kurosawa. Não só por ser o pior filme feito pelo cineasta - ou ao menos dos que o Ocidente teve acesso, pois há outras duas obras desse cunho, uma perdida, outra recolhida pela ocupação estadunidense - como também por de fato, não ser um filme do diretor e sim, do Ministério da Guerra do Império Japonês, que financiou, vigiou e manteve o controle artístico sobre a obra


Crítica | Zootopia 2 (2025)
Judy Hopps e Nick Wilde retornam em Zootopia 2 (2025) para novas aventuras na cidade, enfrentando mistérios e explorando amizade, diferenças e temas profundos da animação Disney.


Crítica | Five Nights at Freddy’s 2 (2025)
Five Nights at Freddy’s 2 (2025)surge nessa tentativa de consolidar uma nova franquia relevante no terror. O filme continua a narrativa do primeiro longa e adiciona mais elementos espirituais para tentar aprofundar o universo, além de levar os vilões para a cidade – uma fórmula de sequência que raramente funcionou bem no cinema. Isso resulta em um filme desnecessariamente confuso, embora não desagradável, mantendo o nível do capítulo anterior.


Crítica | O Sobrevivente (2025)
Em O Sobrevivente, acompanhamos Ben Richards, um homem empurrado aos limites pela precariedade de um sistema onipotente que transforma o desespero em entretenimento. Em uma América de 2025 em colapso econômico e turbulência social, Richards enxerga no sanguinário game show O Sobrevivente sua única chance de salvar a filha doente. A proposta é simples e brutal: sobreviver por trinta dias enquanto assassinos profissionais.


Crítica | Wicked Parte 2 (2025)
Em última análise, Wicked Parte 2 se mostra superior ao primeiro filme em termos de narrativa e coerência, mesmo que menos impactante. Ao abandonar a subversão forçada em favor de uma abordagem mais clássica e nostálgica, o filme cumpre seu papel como prequel de um clássico da fantasia, oferecendo uma experiência mais simples, porém funcional, que valoriza a essência do gênero.


Crítica | O Agente Secreto (2025)
O Agente Secreto parece sintetizar a trajetória de Mendonça Filho até o momento. Ambientado em Recife, no ano de 1977, o longa narra a história de Armando, um ex-professor universitário que retorna à cidade natal para reencontrar o filho e planejar sua saída do país. A partir dessa premissa, o filme articula elementos centrais do período da Ditadura Militar no Brasil, incluindo a repressão política, a vigilância constante e o esquecimento histórico, enquanto se debruça sobre


Crítica | Predador: Terras Selvagens (2025)
Em Predador: Terras Selvagens, acompanhamos um jovem yautja, rejeitado por seu clã, em busca de redenção nas selvas de um planeta distante. Em meio à solidão e à caçada, ele encontra na androide Thia (Elle Fanning) uma improvável aliada em busca de seu objetivo.


Crítica | Mauricio de Sousa: O Filme (2025)
Lançado em outubro de 2025, mês em que Mauricio de Sousa completa noventa anos,
Mauricio de Sousa: O Filme, dirigido e roteirizado por Pedro Vasconcelos, propõe-se a revisitar a trajetória de um dos maiores ícones da cultura popular brasileira.


Crítica | Bom Menino (2025)
Bom Menino propõe-se a revisitar o gênero de terror a partir de uma perspectiva incomum: a de um cão. A narrativa acompanha Todd e seu fiel cachorro Indy enquanto se mudam para a casa de campo da família, herdada do avô falecido. O local, envolto em rumores de assombrações e forças malignas, torna-se o palco de eventos sobrenaturais que só podem ser percebidos através da sensibilidade animal. À medida que Todd sucumbe às influências sombrias, Indy emerge como protagonista ce


Crítica | Tron: Ares (2025)
Desde sua origem em 1982, Tron consolidou-se como uma franquia visionária ao antecipar questões da era digital. Em Tron: Ares, terceiro capítulo da série, o universo conceitual da saga é expandido com a introdução de uma nova entidade: Ares (vivido por Jared Leto), um programa de inteligência artificial capaz de atravessar a fronteira entre o mundo virtual e o real.


Crítica | Perrengue Fashion (2025)
Perrengue Fashion parte de uma premissa simples e contemporânea: o embate entre uma influenciadora digital voltada ao consumo e um jovem militante ambiental. Nesse encontro de mundos, o filme propõe discutir temas urgentes como sustentabilidade, superficialidade das redes sociais e as fissuras geracionais.


Crítica | Uma Batalha após a Outra (2025)
A despeito dessas contradições, se o filme for compreendido não como uma obra engajada, mas como um blockbuster hollywoodiano com elementos políticos pontuais, ele se revela uma experiência cinematográfica altamente eficaz.


Crítica | Malês (2024)
Baseado em fatos históricos, Malês retrata a Revolta dos Malês, considerada a maior insurreição de escravizados já ocorrida no Brasil. O levante, ocorrido em Salvador (Bahia), no
ano de 1835, foi protagonizado por africanos muçulmanos — em sua maioria iorubás — que
articularam uma ação coordenada contra o sistema escravocrata vigente.


Crítica | Demon Slayer: Castelo Infinito (2025)
Demon Slayer: Castelo Infinito (2025) é a continuação direta da aclamada série Demon Slayer, retomando a história exatamente de onde a temporada anterior parou. O filme, com quase três horas de duração, impressiona não só pelo tempo de tela raro em animações do gênero, mas também pela profundidade com que desenvolve seus temas.


Crítica | Invocação do Mal 4: o Último Ritual (2025)
Crítica | Invocação do Mal 4: o Último Ritual (2025) chega com a promessa de encerrar uma das franquias mais populares do terror moderno. Desde 2013, o universo baseado nos arquivos sobrenaturais de Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga, cultivou uma base sólida de fãs, misturando jump scares eficientes com um verniz de respeitabilidade histórica e afetiva.


Crítica | Fitzcarraldo (1982)
Crítica | Fitzcarraldo (1982) dialoga com a opressão colonial sobre os povos amazônicos em um período de intensa exploração da região. Seja o ouro, a borracha, a madeira ou a mão de obra barata do povo local, tudo era fonte de riqueza para os barões europeus e de miséria e escassez para o povo traspassado, vilipendiado e roubado.


Crítica | A Vida de Chuck (2025)
A Vida de Chuck não é apenas um filme sobre a vida de um homem; é uma meditação poética sobre a passagem do tempo, a beleza das memórias e a inevitabilidade da morte. Baseado em uma das histórias do livro Com Sangue, de Stephen King, o longa marca um ponto de virada na carreira de Mike Flanagan, mais conhecido por seus trabalhos no terror.
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