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Críticas, resenhas, artigos e listas
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Crítica | Anora (2024)
Anora narra a trajetória de Ani, uma dançarina erótica e prostituta de origem russa, cuja vida sofre uma reviravolta ao se envolver com Ivan


Crítica | Nosferatu (2024)
Nosferatu é o mais recente filme de Robert Eggers, cineasta responsável por prováveis clássicos do terror, como O Farol e A Bruxa.


Crítica | O Auto da Compadecida 2 (2024)
Crítica | O Auto da Compadecida 2 (2024) - Em O Auto da Compadecida 2, um dos mais emblemáticos elementos do primeiro filme foi suprimido: os cenários. Substituir os cenários reais da Paraíba por estúdio revela nada mais que preguiça ou mal gosto.


Crítica | Sonic 3: o Filme (2024)
Crítica | Sonic 3: o Filme (2024) - A primeiro recente aparição do clássico ouriço da SEGA nos cinema gerou tremenda especulação, principalmente no tocante à aparência do pers


Crítica | Mufasa: o Rei Leão (2024)
Crítica | Mufasa: o Rei Leão (2024), o mais recente filme da Disney e dirigido por Barry Jenkins, tem a difícil missão de explorar a vida anterior


Crítica | Kraven, o Caçador (2024)
Kraven, o Caçador surge como o mais recente filme do universo cinematográfico do Homem-Aranha, iniciado pela Sony em 2012


Crítica | A Substância (2024)
Crítica | A Substância (2024), dirigido pela cineasta Coralie Fargeat, é uma obra de terror que se insere no subgênero do body horror, caracterizado


Crítica | Moana 2 (2024)
Crítica | Moana 2 (2024) se aventura mais uma vez ao lado de Maui, com o objetivo de unir os povos do oceano, três anos após os eventos do filme original. A cultura polinésia segue sendo o eixo central da narrativa, mantendo-se fiel aos alicerces do primeiro longa.


Crítica | Wicked (2024)
Crítica | Wicked (2024) se proponha a entreter um público infantil, não cumpre responsavelmente essa missão.


Crítica | Gladiador II (2024)
Crítica | Gladiador II (2024) cumpre o que Scott se propôs a fazer: entregar um filme de época vibrante e tecnicamente bem-produzido. Se deixarmos de lado as imprecisões históricas, o filme proporciona um espetáculo empolgante, com boas referências ao primeiro Gladiador, uma trilha sonora envolvente e uma Roma visualmente impressionante. Além disso, assistir a megaproduções épicas nos cinemas geralmente é uma experiência visual incrível.


Crítica | Ainda Estou Aqui (2024)
Crítica | Ainda Estou Aqui (2024) explora uma questão estética fundamental: como denunciar um ato inescrupuloso sem expor diretamente seu objeto? Esse parece ter sido o desafio que orientou a construção visual da obra. No cinema, o enquadramento não apenas revela, mas também oculta, e essa ambivalência permeia a narrativa de Salles. A direção de Ainda Estou Aqui evita a exposição direta e, ao fazê-lo, cria uma tensão que ressoa tanto no espectador quanto na família que está n


Crítica | O Quarto ao Lado (2024)
Crítica | O Quarto ao Lado (2024) certamente figurará entre os melhores trabalhos do seu autor, sendo lembrado pela sua sutileza, complexidade dramatológica, encenação e mise-en-scène. Ele tem o potencial de estimular longas conversas após a sua sessão, tanto graças a sua profundidade temática como pela sua forma.


Crítica | Venom 3: a Última Rodada (2024)
Crítica | Venom 3: a Última Rodada (2024) - Em um filme como Venom 3: a Última Rodada, o público espera uma digna continuação para as aventuras de Venom e Eddie Brock, boas sequências de ação, desenvolvimento do protagonista e ampliação o universo. O filme entrega isso, fazendo, acredito, que o público saia satisfeito do cinema.


Crítica | Robô Selvagem (2024)
Crítica | Robô Selvagem (2024) desponta como uma grata surpresa, evocando a memória de épocas em que salas de cinema eram preenchidas por crianças e pais encantados por animações inesquecíveis e inspiradoras como O Rei Leão e Toy Story.


Crítica | A Forja: o Poder da Transformação (2024)
Crítica | A Forja: o Poder da Transformação (2024), assumindo desde o início uma proposta evangelizadora, a obra se destaca por sua narrativa inspiradora, centrada em temas como superação, conversão, bondade, caridade e o poder transformador da comunidade. O filme narra a trajetória de Isaiah, um jovem desmotivado e viciado em jogos, que vive com sua mãe e precisa transformar sua vida tanto pessoal quanto profissionalmente.


Crítica | Ein Bild (1983)
Crítica | Ein Bild (1983) é um magnífico exemplo de cinema influenciado diretamente por Brecht. O curta-metragem documenta as fases de um ensaio fotográfico de nu artístico de uma modelo em suas diversas fases.


Crítica | Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice (2024)
Crítica | Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice (2024) é o mais recente filme do renomado diretor Tim Burton, famoso por A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), A Noiva Cadáver (2005), Edward Mãos de Tesoura (1990) e outras obras marcadas pelo tom sombrio, cômico e irônico ao mesmo tempo em que lida com temas mórbidos de forma leve e descontraída.


Crítica | A Menina e o Dragão (2024)
Crítica | A Menina e o Dragão (2024) é um filme em animação desenvolvido em coprodução entre a China e a Espanha e se baseia na obra A Guardiã do Dragão, da escritora australiana Carola Wilkison, lançada em 2003. O enredo gira em torno da protagonista Ping e de um dragão imperial aprisionado, Danzi. Eles partem em uma aventura contra o exército imperial onde Ping deve buscar dentro de si o poder para salvar os dragões e mudar o seu mundo.


Crítica | Meu Amigo Pinguim (2024)
Crítica | Meu Amigo Pinguim (2024) revela a história incrível de amizade entre um homem no Rio de Janeiro e um pinguim da Patagônia. A história é cativante e não deixa de emocionar, mas a ausência de uma boa direção é sentida principalmente na forma como o diretor decupa as cenas que demandariam maior inspiração.


Crítica | Golpe de Sorte em Paris (2023)
Crítica | Golpe de Sorte em Paris (2023) é um filme agradável, é rodado em uma das cidades mais bonitas do mundo, se relaciona com arte, é embalado pelo tradicional e frequente jazz, faz uso de personagens alegóricos e aborda dicotomias comuns para o cineasta como acaso e destino, amor e traição, dever e desejo. Além disso, a estética do filme não difere em praticamente nada das formas já testada por Allen. Então a pergunta que fica é: por que esse sentimento de que algo está
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